Por que “DESTINY” merece a sua atenção?

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*Artigo publicado originalmente no portal Tudo Para Homens, onde escrevo sobre games, tecnologia, cinema, música e comportamento.

Jogos como Call of Duty e Battlefield já não me atraem mais, tamanha a falta de criatividade que vem dominando esses títulos. É aquele esquema manjado: mudam os cenários, uma pequena alteração na mecânica aqui, outra ali e pronto, surge outro game CoD ou BF, todo santo ano.

E o mercado desse gênero de game já está deveras saturado. Por isso, eu não vinha pondo tanta fé em Destiny como DEVERIA. Mesmo assim, o coloquei na lista das produções “a conferir”, simplesmente por se tratar de um projeto da respeitadíssima Bungie, responsável pela franquia HALO. Quase nada, né?

DESTINY: UMA SURPRESA INESPERADA

Com a abertura do beta na semana passada para todos que possuíssem uma conta Plus na PSN ou Gold na Live, lá estava eu, dando início ao download do beta. E meus amigos, fazia ANOS que eu não jogava um FPS que me deixasse tão empolgado.

O motivo de toda a minha empolgação com Destiny é simples: ele agrada quem gosta de multiplayer e aqueles que gostam de jogar o famoso modo história – ou campanha, como queira. E me agradou não por ter um bom modo história ou um modo multiplayer redondinho, apesar de isso ser uma verdade. O ponto aqui é que a Bungie mesclou os dois modos de maneira magnífica: quando você opta por jogar sozinho, acaba cruzando com outros jogadores que também o estão fazendo.

A HISTÓRIA: SIM, VOCÊ ESTÁ FAZENDO PARTE DE ALGO MAIOR

Você pode acenar pra alguém, apontar, chamar pra te acompanhar na jornada. Falando em “jornada”, sim o game tem momentos de Journey, o projeto independente da produtora com o melhor nome de produtora do planeta, a ThatGameCompany. E isso é muito, mas muito bom.

Quem jogou Journey sabe muito bem do que eu estou falando. Daquele sentimento único de estar fazendo parte de algo maior, de imaginar o que aquelas pessoas que estão te acompanhando estão pensando. Há um grande senso de união aqui, até pelo mood da história, que retrata o nosso universo a muitos anos a frente, quando uma “força” -representada aqui como uma esfera branca chamada “The Traveler” (O Viajante) – tornou habitável Marte e Vênus.

Claro que nós humanos, sempre querendo mais e mais, dominamos esses planetas e construímos nossas bases por lá. O problema é que houve um grande levante de algumas raças alienígenas – Exos e Despertos – que não gostou nadinha dessa história. E sim, eles vieram para o nosso planeta nos enfrentar digamos, pra nos riscar do mapa de uma vez por todas.

Não preciso falar que isso gerou uma GRANDE guerra, deixando nosso querido e amado planeta completamente desolado. Sabe aquele cenário apocalíptico que ficamos acostumados a ver em filmes e games? É assim que a terra retratada em Destiny é vista. Nesse contexto, a raça humana construiu uma cidade que é regida pelo tal Viajante. É a última cidade segura, longe de ameaças alienígenas.

FIQUE TRANQUILO, VOCÊ NUNCA ESTARÁ SOZINHO

Nessa cidade, chamada de “Torre”, você encontra com vários outros guardiões – que são pessoas como você que estão passando por ali para comprar armas, itens, interagir. É um belo lugar, pois é o único lugar onde ainda reina a paz. A todo momento chegam naves trazendo novos jogadores nesse local. Gente que por alguma razão resolveu passar por ali, seja pra descansar de uma longa batalha ou pra aperfeiçoar o personagem.

Falando nisso, criar o seu personagem no início do jogo é bem divertido. Evoluí-lo ao longo da jornada é ainda mais prazeroso. Há elementos de RPG nessa evolução, tudo muito bem implementado, bonito e lógico. Evoluir o personagem é delicioso, diferente de muitos games que apresentam uma interface truncada nessa hora. TUDO em Destiny flui suave como manteiga.

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E também “suave na nave”. É na Torre que fica o Hangar com várias naves de outros jogadores. Você pode incrementar a sua, comprar uma nova e por aí vai. Destiny tem possibilidades infinitas. E olha que essas impressões eu tive somente a partir do Beta, que é uma pequena fração do jogo. #ImaginaNaVersaoFinal

Ah, você NUNCA vai se sentir sozinho em Destiny. Como eu já disse, apesar de ser possível jogar sozinho, você vai encontrar com várias pessoas durante a sua jornada por um planeta. Durante seu “passeio” por um desses lugares, vão surgir “Public Events”, que são batalhas onde vários jogadores se juntam pra derrotar um inimigo em comum ou lutam contra si. O mais legal aí é que você decide se quer participar ou não.

Ou seja, se estiver cansado de jogar sozinho, vai poder jogar o moco multiplayer dentro do “singleplayer” – aqui entre aspas porque não é um singleplayer de verdade. E é aí que reside metade da mágica da Bungie em Destiny. A outra metade está nos momentos Co-Op, onde você só consegue vencer ordas de inimigos com a ajuda de outros Guardiões – que são outros jogadores online.

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O senso de equipe é bassante sentido aqui, já que quando você morre, precisa ser “ressuscitado” em até 30 segundos por algum parceiro. Do contrário, bye bye. Você só sobreviverá, como já diziam os Beatles, “With a little help from my friends” meu chapa.

A BELEZA DA DEVASTAÇÃO

Ah, e não dá pra deixar de falar dos gráficos não. Tudo está muito, mas muito bem acabado. Eu nunca vi efeitos de luz tão convincentes como vi no beta de Destiny. Olhar para o sol entre as árvores é surreal. É quase real. E, durante a noite, você vai acabar levando alguns tiros só porque ficou olhando para a beleza da lua no céu. É lindo cara! Vale a pena “morrer” por isso :)

E o nosso planeta devastado? Ele tem a sua beleza. Há estruturas bélicas absurdamente gigantes, que te dão um puta senso de incapacidade, insignificância. Você pensa: “Cara, eu não vou poder com isso. Como? Olha o tamanho da base desses caras. Eles vão me dizimar, fácil fácil”. O escopo desse jogo é enorme. Há um grande senso de escala em tudo.

Enquanto você está em campo de batalha, no chão, muita coisa está acontecendo no céu. Dá só uma olhada nesse timelapse aí em cima. É de cair o queixo! Quando não há naves, há mudança de tempo ou, simplesmente, gaivotas voando. Em meio a guerra, há muitos momentos pra serem contemplados.
Em um deles, tive uma bela surpresa ao me deparar com um cachoeira no meio de um vale deserto.

Fui até ela ver a água resvalar nas pedras, emitindo aquele spray de água. Mais a frente, haviam mais jogadores que provavelmente faziam o mesmo. De longe, um deles acenou pra mim. Outro apontou. Provavelmente pensavam: “Cara, olha eu aqui. Também estou deslumbrado com esse mundo onde estamos”.

BUNGIE, EU QUERO ABRAÇAR VOCÊS!

TUDO em Destiny é feito com MUITO amor. Isso fica evidente em cada canto, cada planeta, cada som, cada música. Aliás, que trilha sonora, heim? Ela foi composta pelo mesmo compositor de HALO, ou seja, Martin O’Donnell. Em Destiny, Martin trabalhou na trilha ao lado de Sir Sir Paul McCartney! Olha eles aí embaixo.

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Como se tudo isso não bastasse, a Bungie, produtora do game, é incrível. É impossível não simpatizar com esses caras, tamanha a atenção que dispensaram aos jogadores durante o beta, que ficou no ar por aproximadamente duas semanas. Esse período serviu pra que a Bungie fizesse simulações e observasse o comportamento dos jogadores online, acompanhando de perto a performance dos servidores.

O beta terminou no Domingo (27/07), por volta das 22h (horário de Brasília), deixando muita gente triste e ansiosa pela data de lançamento, que acontecerá no dia 9 de Setembro. O sentimento dos jogadores no twitter foi interessante de se acompanhar. Muitos pediam que a Bungie não tirar o beta do ar. Outros aguardavam uma fila que tinha mais de 10.000 jogadores aguardando pra entrar no game. Eu fui um desses. #NãoTavaFacilPRaNinguem :)

Enfim, espero ter conseguido responder a pergunta que abriu esse post :)

Ah, no final, quando o beta encerrou, essa foi a mensagem que ninguém queria ver, e que deparei ao entrar novamente no jogo, depois das 22h. Um tanto melancólica, encerrando a minha breve jornada.

E3 2014: um resumo sobre os anúncios mais relevantes

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*Artigo publicado originalmente no portal Tudo Para Homens, onde escrevo sobre games, tecnologia, cinema, música e comportamento.

E3 desse ano está chegando ao fim. E, como sempre, tivemos vários anúncios de novos games, em sua maioria, para a nova geração de consoles, que começa a ganhar força. Foi um ano onde MicrosoftSony Nintendo, focaram suas conferências na apresentação do que mais interessa para os jogadores: jogos.

Após assistir aos anúncios e ver e rever os trailers dos principais games que serão lançados até o ano que vem, fica a certeza de que finalmente a nova geração está finalmente começando a se estabilizar. Para quem ainda não adquiriu um PS4 ou Xone e está planejando a fazê-lo somente em meados do ano que vem, os meses de outubro e novembro desse ano, são meses que vão te provocar: Assassins Creed UnityFar Cry 4Call of Duty: Advanced WarfareBattlefield: HardlineFIFA 15GTA V (remasterizado para a nova geração) e, possivelmente, Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, serão lançados nesse intervalo.

Quer continuar a resistir? Então nem assista aos trailers abaixo. A coisa tá simplesmente irresistível. Estão reunidos aqui, alguns dos principais games que serão lançados entre esse ano e o próximo. Se ainda não assistiu a nenhum mas mesmo assim já planeja adquirir um novo console ainda esse ano, você vai querer fazer antecipar a compra pra hoje! Eu falo sério, depois não diga que foi por falta de aviso. Ainda estão havendo mais anúncios, já que o evento termina só dia 12. Mas, se fosse incluir tudo aqui, esse texto ficaria longo demais.

Enfim, os mais relevantes estão listados aqui. Selecione a opção HD, dê o play e seja feliz :)

 

ASSASSINS CREED UNITY

Exclusivo para a nova geração e PCs, o novo game da franquia que gera milhões pra Ubisoft e faz a alegria de muitos, está de volta, agora com quatro protagonistas principais e visual refinado, graças ao poder de processamento dos novos consoles. A aventura será focada em Paris. Olha aí! (Plataformas: PS4, Xone, PC – outubro/2014)

 

GTA V

Dispensa apresentações. A versão para a nova geração de consoles virá com alguns upgrades, incluindo melhoria na resolução, texturas, mais tráfego de veículos e mais pessoas na rua. Por mais que a versão para os consoles antigos já mostrasse uma cidade viva, a nova versão conseguirá colocar ênfase ainda maior nesse ponto. In Rockstar We Trust, certo? (Plataformas: PS4, Xone, PC – 2014)

 

SUNSET OVERDRIVE

Grande aposta da Microsoft, em parceria com a Insomniac Games, Sunset Overdrive não só agrada visualmente, como parece ser um game extremamente divertido, contando com armas nada convencionais (algumas inclusive, soltam discos de vinil!?!). É um game onde há bastante humor, muitas cores e inspiração em quadrinhos. É mais um game de mundo aberto, onde o personagem principal precisará enfrentar os habitantes que se tornaram perigosos mutantes. História um tanto clichê mas, como gosto de falar, o que importa é a diversão. (Plataforma: Xone – 2015)

 

HALO 5: GUARDIANS

O game da 343 Industries será uma das grandes cartadas da Microsoft para ampliar a penetração do Xone. Segundo a produtora, o game utilizará todo o potencial do novo console da Microsoft, ampliando os esforços realizados em Halo 4, que é um grande game e um dos melhores da série. O trailer não mostra a gameplay, mas não há dúvidas de que não irá decepcionar os fãs da franquia do Mister Chief. (Plataforma: Xone – 2015)

 

CALL OF DUTY: ADVANCED WARFARE

Já apontando um certo desgaste, a milhonária franquia Call of Duty vem clamando por inovação, frescor. Focado em um futuro não muito distante, a Sledgehammer, produtora do game, já disse que esse será o capítulo da série responsável pelas mudanças mais profundas da série, sendo totalmente desenvolvido tendo em mente os novos consoles. E aí, é dessa vez que Call of Duty conquistará também os haters? (Plataformas: PS4, PS3, Xone, X360, PC – outubro/2014)

 

BATTLEFIELD: HARDLINE

Assim como seu rival Call of Duty, o game da Electronic Arts também chega com novo roupagem, focando agora no dia a dia da polícia enfrenta do ladrões no meio da cidade, deixando de lado as guerras entre tropas de exércitos. (PS4, Xone, PS3, X360, PC – outubro/2014)

 

THE RISE OF TOMB RAIDER

Após o sucesso do reboot da franquia Tomb Raider em 2012, seria loucura não produzir uma sequência. A SquareEnix anunciou que a sequência vai falar sobre a evolução da querida personagem Lara Croft, que passou maus bocados no vame anterior e, nessa continuação, seguirá evoluindo. O trailer mostra apenas uma CG e, até agora, nada de gameplay. (Plataformas: PS4, Xone, PC – 2015)

 

METAL GEAR SOLID V: THE PHANTOM PAIN

Após o lançamento de Ground Zeroes, que nada mais era do que um aperitivo do que estava por vir, até agora, o que vimos de MEtal Gear V agradou bastante. A Fox Engine, que foca em iluminação e texturas ultra realistas, além de obter excelentes resultados em consoles da nova geração, também consegue tirar leite de pedra dos consoles antigos. Quem jogou Ground Zeroes, sabe disso. Há grande expectativa pelo título, pois é a primeira vez que a franquia aposta em um game de mundo aberto.

 

BATMAN ARKHAM KNIGHT

A Rocksteady conquistou os gamers de todo o mundo com a sua franquia Arkham, que teve três games memoráveis: Arkham Asylum, Arkham City e Arkham Origins (esse último produzido pela WB Games). O novo game, Arkham Knight, estava programado para sair esse ano, mas foi adiado para o ano que vem, para o desespero de muita gente. Mas o trailer lançado pode ser ir pra duas coisas: ou pra te deixar tranquilo, mostrando que a Rocksteady sabe o que tá fazendo ou pra te deixar mega ansioso. O trailer mostra um game com gráficos ainda mais incríveis e a possibilidade de dirigir o Batmóvel, algo que muitos já pediam nos games anteriores. Olha e baba. (Plataformas: PS4, Xone, PC – 2015)

 

THE DIVISION

Definitivamente, após o lançamento de Watch Dogs, The Division é agora o game gerador de hype da Ubisoft. A justificativa? Gráficos absurdamente incríveis, uma história urgente que fala sobre um vírus que se espalhou em Nova York no Black Friday, possibilidade de multiplayer cooperativo e elementos de RPG. Olha aí o trailer e se segura na cadeira. (Plataformas: PS4, Xone, PC – 2015)

 

THE CREW

É a aposta da Ubisoft em games de corrida. The Crew não será simplesmente mais um game de corrida, pois aposta fortemente em colaboração e interações sociais entre jogadores. É um game de corrida de mundo aberto, com ampla personalização de veículos. Sinto que aqui o foco será diversão acima de qualquer coisa. (Plataformas: PS4, Xone, PC – Novembro 2014)

 

FAR CRY 4

Far Cry 3 foi um grande sucesso. O game trazia belos gráficos, diversão, mundo aberto, veículos variados e uma história insana. Far Cry 4 pega tudo isso e leva para o Himalaia! Isso mesmo, e se você está pensando se………. sim, temos elefantes! A história promete novamente ter bastante importancia no decorrer do game e o vilão tem tudo pra ser polêmico e insano como aquele do game anterior. Na conferência foi anunciada uma funcionalidade um tanto inusitada: a possibilidade de jogar online com um amigo, mesmo que ele não tenha o game! Olha esse trailer! (Plataformas: PS4, Xone, PS3, X360, PC – 2014)

 

THE ORDER: 1886

Nova franquia da Sony, exclusiva para o PS4, The Order ainda é um mistério em termos de história mas, aparentemente fala de mercenários. Mas esse trailer te coloca de frente com uma criatura bizarra. Tente não comparar essa cena com o primeiro Resident Evil. (Plataforma: PS4 – 2015)

 

LITTLE BIG PLANET 3

A famosa franquia do sackboy, toda focada em criação de níveis e cooperação entre jogadores, retorna em sua terceira encarnação. O game de plataforma sempre foi um dos títulos responsáveis por agradar toda a família por conta do tom light e estilo plataforma meio old school. O trailer não mostra grandes inovações, apenas novas personagens, mas vale o play. (Plataformas: PS4, PS3 – 2014)

 

BLOODBORNE

Aqui temos um exclusivo da Sony que já está gerando bastante barulho. Algumas telas vazaram antes da E3 e o projeto ficou conhecido pelo codinome “Project Beast”. Aparentemente baseado na série Dark Souls e Demon Souls, Bloodborne é uma parceria da Sony com a From Software, responsável por esses dois games incríveis citados. O trailer é amedrontador. Observe bem o cachorro destroçado, o clima do trailer e a cena final. Medo, cara! (Plataforma: PS4 – 2015)

 

NO MAN’S SKY

Sem dúvida, um dos games mais interessantes da E3. No Man’s Sky, produzido pela Hello Games. Trata-se essencialmente de um game de exploração espacial baseado em um universo procedural, ou seja, é um game teoricamente infinito pois, assim que o jogador vai avançando e descobrindo novos planetas e espécies, o game vai gerando formas de vida distintas, outros planetas e universos. A experiência será diferente para cada jogador, dependendo da forma como se joga. É, sem dúvida, um conceito bastante curioso e promissor. Dá uma olhada aí embaixo:

 

UNCHARTED 4

Esperado por todos os donos de Playstation, foi apresentado apenas um teaser do novo game. E meu amigo, esse teaser já serve pra criar um hype dos grandes. O diretor criativo do épico The Last of Us está a frente do projeto. Então, espera algo sem precedentes. Uncharted 4 deve ajudar a Sony a vender PS4 feito água durante o ano que vem. Sem mais, aperta o play aí embaixo. (Plataforma: PS4 – 2015).

 

THE LEGEND OF ZELDA

Apresentado pela Nintendo, atendendo as expectativas dos seguidores da franquia desde a época do “Nintendinho”, o novo game da franquia foi anunciado pela Wii U. Será um game de mundo aberto. O trailer mostra um trecho da gameplay, exibindo excelentes gráficos e um universo aparentemente bastante rico. Zelda dificilmente decepciona. Sem dúvida, será um dos games responsáveis por aumentar as vendas do Wii U, assim como está acontecendo com Mario Kart 8. (Plataforma: Wii U – 2015)

 

YOSHI’S WOOLLY WORLD

Esse é um game de plataforma baseado em nosso querido Yoshi, que dessa vez, se aventura em um mundo de tricô extremamente detalhado, nos remetendo a Little Big Planet. Dá uma olhada nesse trailer. (Plataforma: Wii U – 2015)

 

MORTAL KOMBAT X

O novo capítulo da série foi mostrado na conferência da Sony. Utiliando uma versão modificada da já tradicional Unreal Engine 3, o game não mostrou grande evolução visual como muitos esperavam, já que foi anunciado para os consoles da nova geração (apesar de também de contar com versões para os antigos consoles). Novos personagens e promessa de mortais incríveis (o que é esse que aparece no trailer, heim?), devem fazer a cabeça da rapaziada ligada na porradaria. (Plataformas: PS4, Xone, PS3, X360, PC – 2015)

Publicitário apaixonado por games desde que entende-se por gente. Começou a

Call of Duty: Ghosts. Mais do mesmo, denovo?

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Hoje, lançamento mundial de Call of Duty: Ghosts, é o grande dia para os fãs do gênero FPS. Todo ano, o mês de novembro gera ansiedade nos fãs da franquia, gerando milhões para a Activision. No entanto, a estratégia de lançar um novo título por ano é condenada por muitos e comemorada por outros.

Com uma janela de lançamento tão curta entre um título e outro, realmente fica difícil entregar inovação sem gerar estafa na franquia. Pra aliviar um pouco a pressão desse curto período de lançamento entre um título e outro, a Activision selecionou dois estúdios para a produção dos games: a Infinity Ward ficou responsável por todos os títulos da série Modern Warfare e aTreyarch pelos games da série Black Ops. Teoricamente, isso dá mais tempo de desenvolvimento para as produtoras, já que elas intercalam o lançamento anual. Mas, na prática, esse ganho de tempo não é tão evidente assim.

Nesse ano a Infinity Ward não deu continuidade à série Modern Warfare, resolvendo introduzir “Ghosts”, título que funciona como uma espécie de sucessor espiritual do excelente Modern Warfare 2. O lançamento é cross-gen, disponível para PS3PS4Xbox 360Xbox One e PC, sendo possível que os jogadores de consoles interajam entre si. Assim, jogadores de PS3 e PS4 poderão jogar uns contra os outros, por exemplo. Isso só é possível por conta da paridade técnica existente entre os títulos. trata-se da mesma engine e exatamente do mesmo jogo, incluindo design de fases e framerate travado em 60fps.

Como a nova geração desponta lá fora no próximo dia 15, é normal que as pessoas estejam perguntando qual a diferença entre as versões de Call of Duty: Ghosts entre os consoles current gen e os next gen. O site IGN aproveitou para produzir um vídeo que deixa bem clara essas diferenças. É evidente que há diferenças entre a atual geração e a próxima, pois trata-se de uma questão de superioridade de hardware. Mas elas não são tão perceptíveis como são em Battlefield 4, por exemplo. CoD: Ghosts nos consoles next-gen possui sutilezas com relação a texturas, iluminação e alguns efeitos de partículas que são mais simples no PS3 e Xbox 360. Mas são detalhes sutis.

Não é segredo para ninguém que Call of Duty: Ghosts é um game produzido para a atual geração de consoles. Ele foi “portado” (adaptação do mesmo código de programação dos consoles atuais nos consoles nex-gen) para o PS4 e Xbox One apenas para incrementar o line-up de lançamento e também por motivos comerciais, já que muita gente deverá comprar os novos consoles na data de lançamento e estarão ávidos para experimentar Call of Duty em um hardware superior.

Com isso, Activision e Infinity Ward perdem uma grande oportunidade de realmente criar uma engine (motor gráfico do jogo) totalmente nova, partindo do zero, com a finalidade de realmente explorar todas as potencialidades dos consoles next-gen. Comercialmente poderia até ser uma atitude mais arriscada em termos de investimento, mas manter as coisas do jeito que estão, só servirá para manter a franquia Call of Duty no marasmo.

Ainda não joguei “Ghosts”, mas já há relados pela web que novamente confirmam o que já era esperado: é mais do mesmo, mais uma vez. Mas vamos lá, é pra mexer em time que está ganhando? Além do mais, é muito provável que o game venda milhões, assim como os anteriores, que também sofreram com as mesmas críticas :)

Comparando “Assassins Creed IV”: PS3 versus PS4

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@rodrigocunha

Amanhã acontece o lançamento do tão alardeado game da UBISoft que, com o adiamento de Watch Dogs, será o principal responsável pelos resultados de vendas da empresa neste Natal: Assassins Creed IV – Black Flag.

É de conhecimento geral que estamos falando de um título multiplataforma, ou seja, não podemos considerar AC IV um game 100% next-gen. Watch Dogs é um caso a parte, pois é bastante visível o quanto a UBI vem dando foco no desenvolvimento do game para a versão PC que, aparentemente, é a plataforma líder, seguida pelos consoles next-gen, Wii U e, finalmente, PS3 e Xbox 360.

Voltando para o universo AC, hoje foi postado um vídeo no YouTube (veja abaixo) comparando a mesma cena (início da Sequência 3) de Assassins Creed IV rodando no PS4 e no PS3. Note que há poucas diferenças, basicamente restringindo-se a texturas e iluminação. Como a UBI já pronunciou que ambos os consoles rodarão exatamente o mesmo game, é bastante provável que a versão PS3 rode o game em resolução 720p, 30FPS e texturas com menor definição, além de iluminação menos apurada.

Trocando em miúdos, o game foi feito para os consoles atuais e sofreu um upgrade para PC e next-gen. Tá certo que comparar a performance de um game somente através de cutscenes não é lá muito válido, mas o vídeo não deixa de ser curioso, pois trata-se de um dos primeiros face off entre next e current gen.

Amanhã, quando o embargo dos reviews se encerrar, provavelmente logo pela manhã, as primeiras notas virão a tona, detalhando as versões PC, PS3, Xbox 360 e Wii U, já que as versões para consoles next-gen serão lançadas no próximo mês.

Mas e aí? Se o game for mal avaliado, você vai deixar de comprar? Ou vai experimentar primeiro, pra formar sua própria opinião antes de comprar o game? Ou, quem sabe, aguardar o lançamento dos consoles next-gen pra jogar Assassins Creed IV? Conta aí nos comentários e vamos bater um papo 🙂

Ja é possível jogar PS4 em algumas lojas nos EUA!

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por @rodrigocunha

É meus amigos. Até agora a Sony BR não veio a público declarar que toda aquela história de #PS4K era apenas uma brincadeira. Ontem esse foi o tema abordado aqui no Meio Gamer.

Agora mudando um pouco o foco sobre o preço, nos EUA a Sony (aquela que está cobrando um preço justo lá fora) está colocando alguns quiosques em lojas selecionadas para que os mais afoitos já possam experimentar o PS4. Algumas das lojas selecionadas são Best Buy, GameStop, Target, entre outras.

Algumas lojas não foram anunciadas e farão parte de uma surpresa, o que irá motivar muita gente a fazer uma maratona pela cidade em busca desses locais. Os games que estarão disponíveis em versão jogável nesses quiosques são: FIFA 14, Contrast, Knack e Octodad: Dadliest Catch. Lista bem boring, uh?

Pois é, Watch Dogs e Driveclub não estarão disponíveis, já que foram adiados para 2014. A lista inicial de games que estarão disponíveis no lançamento tanto do PS4 quanto do Xbone ficou meio sem sal mesmo. Watch Dogs iria mover grande parte das vendas de consoles next-gen nesse final de ano.

Além disso, os melhores títulos a desembarcar nas próximas semanas serão cross-gen: Assassins Creed IV, Need for Speed: Rivals, Battlefield 4 e Call of Duty: Ghosts, pra citar alguns, também estarão disponíveis para a nova e “velha” geração. Com tudo isso, aqui no BR, a Microsoft deve nadar de braçadas com relação as vendas de Xbone em uma batalha desleal contra o PS4, já iniciando os trabalhos para manter o share de 80% de mercado.

Quanto a Sony BR, e se eles colocassem quiosques de PS4 para que as pessoas pudessem experimentar o novo console em algumas lojas aqui no BR. Heim? Manifestação? Quebra-quebra mas lojas? #NãoÉSóPor4000? 🙂

Bem, haverão consoles PS4 disponíveis pra jogatina lá na BGS. Sinto que vários memes serão criados por lá 🙂

Ps.: Se tudo der certo, estarei por lá fazendo cobertura para o Meio Gamer.

E a experiência Next-Gen? PS4 ou Xbone?

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por @rodrigocunha

Com a aproximação do lançamento dos consoles next-gen, Sony e Microsoft seguem atirando de todos os lados. Muito se fala que o número de pre-vendas de PS4 já supera o número de Xbones e vice versa. Não há consenso. Apenas guerra de informação. Relações Públicas e nada mais.

E isso a Sony tem feito muito bem até então, fazendo a Microsoft assumir publicamente que ouviu os consumidores com relação a possibilidade do seu novo console rodar games usados. Mas, a protagonista de toda essa revolta foi a Sony, que além de vender seu console lá fora a um custo menor que o concorrente, desde o início se mostrou “do lado dos jogadores”. Uma boa estratégia de marketing 🙂

Em meio a todo esse barulho, alguns desenvolvedores começam a dar suas opiniões com relação aos dev kits que receberam e muitos afirmam que o PS4 é mais poderoso que o Xbone. E agora? O quanto de tudo isso é verdade? O “homem da mala preta” deve estar correndo para todos os lados.

MICROSOFT PREOCUPADA?

Fala-se também que a Sony está entregando dev kits (geralmente cobrados) para as produtoras gratuitamente. Aparentemente estão muito seguros do produto que desenvolveram. Já a Microsoft, veio a público informar que mexeu na arquitetura do seu novo console para obter maior velocidade de processamento.

Se o PS4 é mesmo tudo isso, como dizem os desenvolvedores, a empresa do Bill não vai querer ficar pra traz. Eles sabem como é estar do outro lado, tendo visto zilhões de vídeos comparando o desempenho de games multi plataforma no 360 e PS3, geralmente com o primeiro levando vantagem.

Pra completar, a EDGE, conceituada publicação do meio, deu matéria de capa há alguns meses, apostando claramente no PS4 como o vencedor da nova guerra. E assim, fanboys de todas as partes do mundo, vão a loucura 🙂

Hoje, a Microsoft soltou um vídeo onde Albert Penello, diretor de planejamento de produto e o representante de comunidade Graeme Boyd, explicam por que o Xbone foi feito para o futuro. Eles falam sobre processamento na nuvem, servidores dedicados, habilidade de ter todos os saves, compras, achievements e profiles acessíveis de qualquer Xbone. Também falam sobre a integração com o Skype, snap, DVR recording e reconhecimento Kinect.

Mas, devemos entender que todas essas informações ainda são muito imprecisas. Como tudo isso vai realmente funcionar? Será que o processamento na nuvem vai realmente incrementar a performance dos games para Xbones de maneira relevante ou isso é papo de marketing apenas, pra tentar convencer consumidores indecisos?

E NA SUA CASA? COMO VAI FUNCIONAR?

E aqui no Brasil? Se o console da Microsoft realmente tirar vantagem do processamento em nuvem, como ficarão os games que vão depender disso para serem melhores, já que a nossa banda larga ainda não pode ser equiparada aquela existente na Europa ou na terra do Tio Sam?

Nesse mesmo quesito entra também o Gaikai da Sony, que vai permitir que todos os games da biblioteca Playstation sejam jogados via streaming. Novamente, e aqui no Brasil? Quem vender o PS3 vai perder todos os jogos, já que jogar via streaming por aqui é algo ainda pouco provável?

Agora imagina tudo isso junto, na Copa 🙂